domingo, 14 de dezembro de 2014

PRÁTICA COMÉRCIO INTERNACIONAL

Observamos que no presente cenário internacional de crises e incertezas, a indústria exportadora Brasileira se depara com diferentes desafios de competitividade, seja de ordem interna ou externa na empresa. Talvez um dos maiores destes desafios da atualidade, seja a mudança na maneira de fazer negócios.

Com os mercados dos Estados Unidos em recuperação e uma Europa em crise, as oportunidades para as exportações de manufaturados agora se projetam para os países emergentes na Ásia e África.

Estima-se que estes países serão responsáveis por mais de 60% da expansão do PIB mundial, enquanto os G7 (US, UK,  França, Alemanha, Itália e Canadá) estagnarão em 13%.

Exportar para essas novas e pujantes regiões do mundo, exige-se mais do que um bom produto ou bom preço, é preciso conhecimento, profissionalismo e experiência, nós da ESAX GLOBAL elaboramos um curso prático para aprimorar e oferecer suporte aos Gerentes, Gestores de Áreas, Profissionais e Estudantes que estão ou desejam estar no Comércio Internacional.

Colocamos 4 módulos neste curso onde ajudará todos os profissionais na implementação e condução de seu Departamento Internacional.

  • Introdução Comex 1, uma definição de mercados,acordos,governos,países integrantes de forma abrangente.
  • Classificação de Mercadorias 2, ensinaremos os principais itens na classificação de produtos, seus passos, zonas aduaneiras de livre imposto e conceitos.
  • Câmbio Comex, mostramos todos os conceitos do câmbio e suas moedas no Brasil e Exterior, com suas modalidades de fechamentos com os Bancos e operadoras de câmbio.
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Com a nossa experiência exercida durante um período de mais de 30 anos no Comércio Internacional, estaremos capacitando a todos os profissionais que desejam aprimorar os seus conhecimentos e ou aqueles que estão ingressando nesta carreira importante e promissora no Mundo dos Negócios.
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sábado, 8 de novembro de 2014

ALTERNATIVA PARA EXPORTAÇÃO

A crise financeira argentina, que impede a nação de manter o ritmo de importação, segue fazendo muito mal às empresas. Por comodismo ou falta de competência para ampliar os parceiros econômicos internacionais, no ABC criou dependência do país vizinho, para onde 39% de tudo o que é exportado das sete cidades da região, e hoje para alto preço pela falta de alternativas. 

Um levantamento do Ciesp ( Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) mostra que os números relativos às exportações do bloco estão derretendo, mas podemos dizer não somente para o Grande ABC mas para todo o Brasil este efeito é alarmante. Em um ano, as empresas da região no Grande ABC perderam posições.

Infelizmente, não há uma perspectiva de melhora da situação argentina. O problema é grave e, os analistas internacionais chegaram, a diagnosticar que o país vai viver em crise, no mínimo, até janeiro de 2015 ou até um pouco além do início do próximo ano. A grande questão que se impõe é: a indústria do Grande ABC conseguirá suportar os efeitos das porteiras fechadas de seu principal destino comercial por mais de 3 meses?  Ficará uma lição ao menos, para quem está preparando-se para despertar.

Quanto menos depender de um único país para manter a balança comercial em alga, mais a região estará blindada contra crises internas de outras nações. Já é passada a hora de representantes dos setores privado e público se sentarem para discutir o assunto e ampliar os destinos de exportação dos seus produtos. 

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terça-feira, 7 de outubro de 2014

O Brasil e os Seus Mercados

Observamos que no presente cenário internacional de crises e incertezas, a indústria exportadora brasileira se depara com diferentes desafios de competitividade, seja de ordem interna ou externa na empresa. Talvez um dos maiores desafios da atualidade seja a mudança na maneira de fazer negócios.

Com os mercados como Estados Unidos saindo lentamente de uma crise e, uma Europa em confusão na maioria de seus membros, as oportunidades para as exportações de manufaturados agora projetam-se para os países emergentes na Ásia e África.

Estimou-se que esses países serão responsáveis por mais de 60%  da expansão do pib mundial até o final de 2014, enquanto os G7 (US, UK ,França, Alemanha, Itália e Canadá) estagnarão ao redor de 13% no mesmo período.

O QUE FAZ A DIFERENÇA

Características dos processos de Expansão Internacional

  • Missão dada, Missão Cumprida:   Excelência Operacional é a estratégia básica de 9% das Multinacionais;
  • Aquisições: Comprar Negócios lá fora tem se tornado a opção preferencial para se internacionalizar;
  • Inovação: 62 % das empresas permitem que as subsidiárias no Exterior desenvolvem soluções;
  • Rede Global : 69% das Companhias tem criado cadeias internacional de fornecedores. 
 DESAFIOS E OPORTUNIDADES

Diferenças das Multinacionais apontam chances de melhorias e crescimento.
  • Idiomas: Para 38% o domínio de línguas estrangeiras ainda é problemático;
  • Metas: menos de 20% da empresa tem alcançado seus objetivos no exterior;
  • Receitas : para 65% o faturamento lá fora é inferior ao desejado;
  • Mais do mesmo: O Carro chefe das Multinacionais ainda são produtos de baixo valor agregado.
QUAIS DESTINOS ESTAMOS?
DESENVOLVIMENTO DE MERCADOS, CANAIS DE VENDAS, DISTRIBUIÇÃO

AMÉRICA DO NORTE:           30%
AMÉRICA LATINA :               47%
UNIÃO EUROPEIA:                  9%
LESTE EUROPEU:                    3%
ÁFRICA:                                     4%
ÁSIA:                                          6%
OCEANIA:                                 1%

Se sua Companhia precisa ampliar participação nestes mercados, será necessário planejar e desenvolver sua entrada e, para isto, uma empresa especializada poderá diminuir os riscos e prazos para o seu negócio alcançar melhores resultados.

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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

INDUSTRIA NACIONAL TENTA REDUZIR DEPENDÊNCIA ARGENTINA

O mercado Argentino representa cerca de 75% do que é exportado pelo segmento, segundo a Anfavea, incluindo carros e peças. Independentemente da situação do país vizinho - que, segundo entidades internacionais de avaliação de crédito, está em calote técnico.

O segmento trabalha na expansão de acordos de comércio com outras regiões do mundo, que poderiam reduzir essa dependência.

O Grande ABC também tem parcela significativa, de 40% de vendas ao Exterior destinadas a esse mercado. São Caetano do Sul, por exemplo, o índice sobe para 78% esta dependência.

Segundo o dirigente da associação das montadoras, a ideia é buscar maior integração com a América do Sul e, num segundo momento, com países da África.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

CHINA NA ARGENTINA

Chineses devem oferecer financiamento sob a condição de vender mais ao país e aproveitar a entrada com mais força na América Latina.

A queda nas exportações brasileiras para a Argentina deve se acentuar ainda mais até o fim do ano em razão do estado de calote que o país vive. Até julho, as vendas caíram 22,6% e, nas estimativas da Associação de Comércio Exterior do Brasil, esse percentual pode chegar a 27%.

Na contra mão, teme-se que a competição com a China, que já não é fácil, se acirra cada vez mais.
Os chineses vinham aproveitando o momento de crise para ganhar espaço. No mês passado, durante a visita do presidente chinês, Xi Jinping, ao país, eles se comprometeram a investir US$ 7,5 Bilhões e produtos deles com pagamentos a serem feitos em yuan.

Após o calote, o crédito deve ficar mais escasso, e os chineses pode aproveitar o momento para oferecer financiamento aos argentinos sob a condição de vender mais produtos ao país. Eles têm reservas de trilhões de dólares e não teriam o menor problema para dar financiamento.

O avanço chinês já prejudica setores como o de calçados. O Brasil, já exportou US$ 200 milhões em calçados para a Argentina.Neste ano, porém, deve vender pouco mais de US$ 50 milhões. No primeiro semestre, as vendas caíram 39%. No entanto, as importações de outros países fora do bloco, em especial da China, cresceram 11,4¨% em receitas, chegando a US$ 79,5 milhões.

Quanto ao setor automotivo, quase 15% de toda a produção nacional de automóveis é destinada ao país vizinho. Vão sobrar carros nos pátios, segundo um executivo do setor. Vale lembrar que já estamos dando férias coletivas porque a demanda interna também está fraca."

As Exportações de automóveis caíram mais de 30% neste ano e a expectativa é de que caiam mais. Os preços dos automóveis vinham subindo na Argentina em 35% e enfraquecendo a demanda interna também. 

É hora de mudar o Cenário, os empresários estão olhando somente em nosso mercado interno, esquecendo de oportunidades em outros Mercados. Consulte-nos ESAX GLOBAL -tel (11) 94978 3628
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sábado, 2 de agosto de 2014

CALOTE ARGENTINO

A falta de acordo com fundos especulativos para o pagamento de títulos da dívida pública argentina, cujo prazo final de negociação era 31 julho, deve derrubar ainda mais as exportações do Brasil e principalmente do Grande ABC que já vêm em queda no primeiro semestre ante ao mesmo período de 2013. 

O Grande ABC tem grande dependência em relação a esse mercado, que representa 40% das vendas externas das empresas dos sete municípios,e, agora, com o chamado defaut, especialistas avaliam que haverá impacto direto nas encomendas para esse destino.

Foi a segunda vez que o país vizinho deu o calote, desta vez, de forma involuntária. Isso porque a Justiça norte-americana, em junho, bloqueou os recursos argentinos para o pagamento de US$ 539 milhões- que venceria no final de julho, aos credores que aceitaram a renegociação da dívida, em 2001, de mais de US$ 100 bilhões, se não houvesse o pagamento também dos fundos especulativos. O problema é que estes credores, a minoria, não querem aceitar o valor reduzido, exigem o pagamento integral. Essa situação de impasse criará dificuldades para os exportadores, por vários motivos. Ninguém vai conseguir carta de crédito para a importação argentina, porque os preços vão ficar proibitivos e porque os bancos não vão ter interesse em conceder.

Também, porque a Argentina possui poucas reservas (cerca de US$ 30 bilhões), muitas pequenas empresas exportadoras vão querer o pagamento antecipado, e as grandes, embora continuem exportando ( fabricantes automotivos) também terão dificuldades, impostas pelo governo da presidente Cristina Kirchner. Outros motivos, haverá a necessidade de os argentinos ampliarem o superavit comercial. No primeiro semestre, eles tiveram saldo positivo de US$ 8 bilhões, 28% menos que no mesmo período de 2013.

O Calote técnico também impactará no consumo argentino, terá efeito sobre o câmbio, com a desvalorização do peso e o consequente encarecimento dos produtos brasileiros na Argentina, poderá gerar retração em investimentos diretos.

A situação é dramática para a Argentina, que vive atualmente em estagflação ( ou seja, inflação alta e estagnação econômica.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

EXPORTAÇÃO NO ABC

As exportações do Grande ABC encolheram quase 20% (18%) no primeiro semestre e, como consequência, com exceção de São Bernardo, as outras seis cidades da região pioram sua presença no ranking estadual de vendas ao Exterior. Foi o que apontou levantamento realizado pelo CIESP, que observou os resultados das 39 regionais da entidade, com base em dados fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Principal polo Automotivo do País, São Bernardo se manteve na quarta colocação estadual, ao somar US$ 1,74 bilhão em receita com encomendas ao mercado internacional no semestre, embora tenha reduzido em 16,3% a comercialização de produtos a outros países na comparação com igual período do ano passado.
Mesmo com a retração, ainda representa praticamente a metade do exportado pelo Grande ABC ( de US$ 2,593 bilhões). O principal destaque em SBC foram os embarques de caminhões e ônibus ( com US$ 657  milhões de receita, o correspondente a 37,7% do total) e automóveis, picapes e utilitários (US$ 240 milhões, ou 13,8% ). 
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Boa parte dos outros municípios da região, além de reduzirem as exportações em relação a 2013, também ficaram para trás no ranking do CIESP. Foi o caso da região de Santo André ( que reúne também empresas de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra ), que passou de 13% nos primeiros seis meses de 2013 para o 16o na metade inicial de 2014; São Caetano, sede da General Motors do Brasil, que despencou da 27o colocação para 34o, e Diadema, que passou de 35o para 36o.

Salientamos que estes números em grande parte se deve às dificuldades de vendas dos veículos e autopeças brasileiros na Argentina.

EXPORTAÇÕES NO 1o SEM 2014 Milhões

SÃO PAULO                        US$ 3,919
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS       US$  2,869
SANTOS                             US$  2,267
SÃO BERNARDO                  US$  1,741
SANTO ANDRÉ                    US$     601
SÃO CAETANO                    US$     158
DIADEMA                           US$       92

A Copa já acabou e passou da hora de levantarmos voo, nossa economia já vem se arrastando há tempos, precisamos aumentar nossas vendas e direcionar novos rumos sem a dependência do Governo!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

SETOR TÊXTIL

Setor Têxtil costura reação contra a invasão Chinesa
Fabricantes do ramo de vestuário buscam novas formas de garantir ganhos em cenário desafiador.

Concorrência, tributação e dificuldade de encontrar mão-de-obra qualificada representam as três maiores dificuldades das indústrias do setor têxtil principalmente no Grande ABC.

As questões da concorrência com os importados de baixo custo e da tributação são macroeconômicas e, embora seja preciso lutar contra elas, o que mais acontece no grupo é desenvolver estratégias para contornar os efeitos destes desafios.
De acordo com os números do Simpi ( Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo), entre 2010 e 2013 o número de fábricas na região cresceu, em média, 4% ao ano, mais do que o PIB de 2012 e 2013. Pelas contas da entidade, a região é a quarta maior produtora de artigos de vestuário no Estado, só atrás de Franca, Bauru e Americana. 

Perfil do Setor 2013

Faturamento da Cadeia Têxtil e Confecção: US$ 56 bilhões contra US$ 58 bilhões em 2012.
Exportações ( Sem fibra de Algodão) US$ 1,2 bilhão, contra US$ 1,28 bilhão em 2012.

Importações ( sem fibra de Algodão) US$ 6,76 bilhões, contra US$ 6,59 bilhões em 2012.
Saldo da balança comercial: US$ 5,5 bilhões negativos, contra US$ 5,3 bilhões negativos em 2012.

Investimento no setor: US$ 1,6 bilhões (estimativa) contra US$ 2,2 bilhões em 2012;
Produção média de confecção: 9,8 bilhões de peças; ( vestuário+cama,mesa e banho);

Trabalhadores: 1,7 milhão de empregados diretos e 8 milhões se adicionarmos os indiretos, dos quais 75% são de mão de obra feminina.;
Representa 16,4% dos empregos e 5,5% do faturamento da indústria de transformação;
2o maior empregador na indústria de transformação, perdendo apenas para alimentos e bebidas (juntos);

2o maior gerador do primeiro emprego;
Número de empresas: 30 mil em todo o País (formais);

Quarto maior parque produtivo de confecção do mundo;
Quinto maior produtor têxtil do mundo;

Segundo maior produtor e terceiro maior consumidor de denim do mundo;
A moda brasileira está entre as cinco maiores semanas da moda do mundo;

Temos mais de 100 escolas e faculdades de moda;
O Brasil é, ainda, a última cadeia Têxtil completa do Ocidente. Só nós ainda temos desde a produção das fibras, como plantação de algodão, até os desfiles de moda, passando por fiações, tecelagens, beneficiadoras, confecções e forte varejo;

Indústria que tem quase 200 anos no País;

O Brasil é referência mundial em design de moda praia, jeanswear e homewear, tendo crescido também os segmentos de Fitness e Lingerie.



ACORDO AUTOMOTIVO

O presidente da Anfavea, Luiz Moan, em entrevista à imprensa há poucos dias, disse que há, preocupação com a possibilidade de calote, mas se mostrou confiante nas negociações em andamento por parte do governo da presidente Cristina Kirchner.

" Nós fizemos recentemente um acordo automotivo Brasil-Argentina, que prevê integração produtiva, o que é muito bom, porque para eles possam exportar, gerando divisas, eles terão de importar . A grande vantagem desse acordo que fizemos há um mês é justamente esta. Tenho certeza de que o setor terá poucos impactos, qualquer que seja o caminho da decisão da Justiça Norte-Americana, em relação ao pagamento da dívida com os fundos abutres, afirmou Moan.

O Acordo automotivo, que entrou em vigor no dia 1o, prevê que, nos próximos 12 meses, o Brasil deverá importar US$ 1 para cada US$ 1,5 exportado em carros e autopeças, livre de impostos. Ou seja, se as montadoras brasileiras venderem ao país vizinho US$ 1,5 bilhão, o País terá de fazer compras de US$ 1 bilhão em peças e veículos sem a cobrança de tarifa de importação. Castro não é otimista, caso haja o calote. " O problema é a garantia de pagamento", diz.

GRANDE ABC

As vendas totais dos sete municípios ao Exterior somaram US$ 2,593 bilhões no primeiro semestre, 18% menos que nos primeiros seis meses de 2013. O desempenho negativo refletiu, em boa medida, crise vivida no país vizinho. Houve redução de 28% nas encomendas da região para lá nesse período.

Nos dois últimos meses houve queda de 40% nas vendas de veículos do Brasil ao país vizinho, conforme Moan.
A região, por ser polo automotivo, sente esses reflexos. Entre os itens da pauta exportadora de São Caetano, a liderança é de picapes leves, cujas encomendas ao Exterior ( em valores ) tiveram queda de 46% no semestre. O segundo produto mais vendido são automóveis médios, que tiveram redução de 80%. No caso de São Bernardo, o principal item exportado são chassis de ônibus, que tiveram diminuição de 8% no ano até julho. Na sequência, aparecem caminhões, que registraram recuo de 12% nos embarques ao mercado internacional.


segunda-feira, 21 de julho de 2014

RISCO EXPORTAÇÕES PARA ARGENTINA

O risco de calote do governo argentino à dívida pública pode afetar ainda mais as exportações das empresas do Grande ABC, que já vem em forte declínio no ano. Isto por causa da forte dependência que a indústria da região tem, no campo externo, em relação ao mercado vizinho, que hoje representa quase 40% das vendas externas das empresas destas região.

No Primeiro semestre deste ano, cerca de US$ 1 bilhão do que foi obtido pelas empresas do sete municípios com as encomendas ao Exterior, devem-se ao comércio com a Argentina. Nos primeiros seis meses de 2013, esse destino representava ainda mais: 45% ( cerca de US$ 1,43 bilhão).

As vendas de produtos manufaturados do Brasil à Argentina somam 20% do total das encomendas desses itens ao mercado internacional. O Grande ABC tem como forte, em sua pauta de exportações, produtos manufaturados, principalmente do setor automotivo, como caminhões, chassis de ônibus, automóveis e autopeças.

Conforme declaração do Presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro, o cenário é muito ruim, O risco é real, a Argentina tem até dia 30, se não conseguir, é o calote, o que significa que não vai pagar ninguém, diz, referindo-se ao prazo de negociação com representantes dos fundos abutres, como a presidente Cristina Kirchner se referiu a credores que não aceitaram renegociar a dívida argentina após a moratória de 2001 e que exigem agora o pagamento integral de títulos, cerca de 7% da dívida, US$ 1,33 bilhão, sem incluir os juros. 

Dessa forma, se a situação não se resolver em dez dias, o governo argentino terá dificuldades em obter mais crédito para pagar a dívida e vai depender da balança comercial, ou seja, deverá restringir ainda mais as importações.

Certamente, haverá impacto se ocorrer o calote, situação semelhante foi vivenciada por exportadores em relação à Venezuela, em que o governo, do presidente Nicolás Maduro, brecou a liberação de dólares para muitas empresas locais pagarem as compras internacionais.

Com isso, a China poderá ampliar seus negócios na Argentina com o financiamento de obras públicas em contra partida a venda de produtos ao país, tirando assim, algum espaço dos produtos Brasileiros.
"A China possui uma reserva de US$ 3 trilhões".

domingo, 20 de julho de 2014

MARKETING INTERNACIONAL

As mudanças no mundo moderno estão acontecendo muito rapidamente e, as organizações cada vez mais estão buscando inovações para garantir sua competitividade e existência nos mercados. O que estamos vivendo é a diversificação Global que, para um grande número de pequenas e médias empresas ainda é um tabu atravessar fronteiras e colocar sua marca, seu nome ou o seu produto no exterior.

Sabemos que não estamos maduros neste quesito, como estamos vendo os Chineses avançando rapidamente no Globo, seja, pequeno, médio ou grande empreendedor que entram sem temor oferecendo seus produtos mesmo com qualidade ou  inferiores aos nossos.

A falta de competitividade dos nossos produtos é o principal fator negativo para avançar em outros países e mercados, nossa carga tributária continua engessando nossa produção.

As técnicas de planejamento e elaboração se faz necessária para medir todos os avanços no desenvolvimento de seus produtos ou serviços nos mercados que para algumas empresas, nunca colocaram os seus pés. Estas habilidades são apropriadas para alcançar um orçamento maior em seu planejamento de vendas, podendo sim, manter um equilíbrio em seus custos de produção.
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sábado, 19 de julho de 2014

ECONOMIA BRASILEIRA ENCOLHE EM MAIO

A economia Brasileira teve contração em maio de acordo com dados de atividade do Banco Central. O IBC de maio corrobora nosso cenário de um fraco crescimento do PIB no segundo trimestre, afirmou a equipe de economistas, mantendo a projeção de recuo de 0,3% do PIB no período. Na Comparação com maio de 2013, o IBC avançou 0,38% e acumula em 12 meses alta de 1,95%.
A Economia Brasileira vem perdendo força, após crescimento de apenas 0,2% no primeiro trimestre sobre os últimos três meses do ano passado. Em 2013, o PIB cresceu 2,5% e, neste ano, a expectativa de analistas é de que o avanço desacelere para 1%.
Em Geral, um crescimento muito fraco e persistente inflação acima de 6% estão prendendo a economia em um cenário de estagflação conforme informações de pesquisa do Goldman Sachs para América Latina.
Um dos maiores pesos é a indústria, cuja produção em maio recuou 0,6% no terceiro mês seguido de perdas.
Aguardamos os próximos resultados com muita atenção e os reflexos da Copa do Mundo com os investimentos realizados em alguns setores.

sábado, 31 de maio de 2014

SETOR AUTOMOTIVO COLOCA À BAIXO PIB INDUSTRIAL DO PAÍS

O segmento automotivo foi um dos principais responsáveis pelo resultado negativo do PIB ( Produto Interno Bruto) da indústria da transformação no primeiro trimestre. É o que aponta levantamento divulgado pelo IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ). Por esse estudo, a economia brasileira, nos primeiros três meses do ano, na comparação com igual período de 2013, teve resultado fraco ( alta de 1,9%), e entre as atividades ajudaram a manter baixo o desempenho econômico estão a indústria de transformação ( a produção de bens manufaturados, como veículos, eletroeletrônicos e móveis) e a construção civil, que tiveram, respectivamente, queda de 0,5% e 0,9% de janeiro a março.


Para o delegado regional do Corecon ( Conselho Regional da Economia ), Leonel Tinoco, as fabricantes nacionais sofrem com a concorrência externa e com a baixa produtividade, na comparação com outros países, e a área automotiva, que move a economia do Grande ABC, foi muito impactada, pela paralisação nas vendas de veículos para a Argentina e também pela retração na demanda interna.

Segundo o coordenador do Observatório Econômico da Universidade Metodista de São Paulo, o professor Sandro Maskio, outro dato preocupante apontado na pesquisa é a queda de 2,1% na formação bruta de capital fixo ( investimentos das empresas) no trimestre. Ele cita que as indústrias brasileiras têm baixa capacidade ociosa e precisariam investir para produzir mais, para que o País não corra o risco de ver a inflação subir mais.

Os especialistas veem motivos de preocupação para o crescimento no restante do ano, por causa da Copa do Mundo e as eleições. Na Copa, poucos setores serão beneficiados, de forma geral não se espera muito para a atividade do País. Além disso, ano de eleição é sempre complicado para a confiança o agente econômico, que fica mais cauteloso, esperando definições de política econômica do próximo governante.

sábado, 3 de maio de 2014

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS SUPERAM IMPORTAÇÕES EM ABRIL

As exportações brasileiras superaram as importações (superávit comercial ) em US$ 506 milhões em abril, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A Diferença entre exportações e importações é a Balança Comercial.


Em Abril, as exportações somaram US$ 19,724 bilhões, e as importações, US$ 19,218 bilhões.
Segundo o secretário do comercio exterior, Daniel Godinho, o resultado de abril foi influenciado pelas vendas dos produtos básicos por causa do início dos embarques da soja safra 2014.

É o segundo mês seguido em que a balança comercial fecha no azul. Em março as importações haviam superado as importações em 112 milhões. Em Abril do ano passado, as importações tinham superado as exportações em US$ 989 milhões.

No acumulado do primeiro trimestre, as importações superaram as exportações em US$ 6,072 bilhões.

Entre janeiro e abril, o resultado fica negativo em 5,566 bilhões.

Vale lembrar que apesar do superávit em abril isto se deve principalmente aos commodities, e porque as pequenas e médias empresas exportadoras não decolam? Exatamente isto não vemos incentivo do Governo em querer ajudar estas empresas que por muitas vezes desistem de participar do mercado internacional por falta de competitividade nos seus custos, nos portos, nos transportes, na miopia dos empresários em enxergar novos horizontes.

O Grande ABC perdeu posições, no primeiro trimestre, com exceção de São Bernardo do Campo as outras cidades recuaram suas vendas.

E, apesar de São Bernardo ter mantido a quarta colocação, as empresas da cidade registraram, de janeiro a março de 2013, US$ 957 milhões em vendas externas, valor que se reduziu em 11% para 851 milhões, no primeiro trimestre deste ano.

Para ajudar este impasse, o Bloqueio Argentino impacta diretamente nas sete cidades do ABC , que têm como forte vendas de veículos e peças.

É preocupante o cenário, a economia caminha a passos lentos, a atividade na indústria acumulando pior resultado da história, ou seja, a poucos dias da Copa Mundial isto deveria estar movendo fortemente os setores da economia mas, o que estamos observando são posições engessadas no consumo de vários setores, fazendo que o empresário fique observando o vento passar no mercado interno para talvez pensar no mercado internacional.

É necessário mudanças rápidas e foco no mercado para expansão seja no Doméstico e Internacional!

terça-feira, 18 de março de 2014

COMÉRCIO EXTERIOR PODE FECHAR 2014 COM DÉFICIT

COM ROMBO DE US$ 6,1 BILHÕES NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014, A BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA PODE GANHAR FÔLEGO ATÉ JUNHO COM O AUMENTO DOS EMBARQUES DE SOJA.


NO ENTANTO, EMBORA O MOVIMENTO DEVA GARANTIR ALGUNS MESES DE SUPERÁVIT, AS PERSPECTIVAS PARA O ANO SÃO INCERTAS. ESPECIALISTAS TRABALHAM COM A POSSIBILIDADE DE UM PEQUENO SUPERÁVIT, A EXEMPLO DO SALDO DE, APROXIMADAMENTE, US$ 2,6 BILHÕES REGISTRADO EM 2013, OU MESMO DE SALDO NEGATIVO PARA ESTE ANO.

ANALISTAS ACHAM QUE A BALANÇA COMERCIAL PODE FICAR NEGATIVA POR PROBLEMAS COMO REDUÇÃO NO PREÇO DAS COMMODITIES, COMO A SOJA.

VILÃO DA BALANÇA COMERCIAL NO ANO PASSADO, O PETRÓLEO NÃO MOSTROU, ATÉ O MOMENTO, REVERSÃO SATISFATÓRIA DO DESEMPENHO NEGATIVO EM 2014. A CONTA-PETRÓLEO FECHOU 2013 DEFICITÁRIA EM US$ 20,1 BILHÕES. NOS DOIS PRIMEIROS MESES DESTE ANO, REDUZIU EM US$ 1 BILHÃO O DÉFICIT NA COMPARAÇÃO COM O MESMO PERÍODO DO ANO PASSADO, DE US$ 4,6 BILHÕES PARA US$ 3,6 BILHÕES. O GOVERNO TEM MANIFESTADO EXPECTATIVA DE MELHORA.

NO ENTANTO, PARA WALBER BARRAL, CONSULTOR E EX SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR, A QUESTÃO PODE NÃO TER SOLUÇÃO TAO RAPIDA. O BRASIL AUMENTOU MUITO A EXPORTAÇÃO DE PETRÓLEO BRUTO COMPARATIVO A QUATRO, CINCO ANOS ATRÁS. MAS TAMBÉM ESTA IMPORTANDO PRODUTOS REFINADOS.
VOCÊ TEM UM ATRASO NOS PROJETOS DE EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO E UM AUMENTO NO CONSUMO INTERNO DE PRODUTOS REFINADOS. COMO AUMENTOU MUITO O CONSUMO DE GASOLINA, POR EXEMPLO, O BRASIL DEVE RECORRER À IMPORTAÇÃO.

O PRESIDENTE DA AEB ASSOCIAÇÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL, JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO, DESTACA TAMBÉM A NECESSIDADE DE ACIONAMENTO DAS TERMELÉTRICAS EM FUNÇÃO DA BAIXA NOS RESERVATÓRIOS DE ÁGUA.

ELE RESSALTOU QUE ISSO LEVOU A UM AUMENTO NAS IMPORTAÇÕES DE ÓLEO DIESEL.
QUANDO FIZEMOS PROJEÇÃO EM DEZEMBRO, NÃO SE SABIA QUE HAVERIA UMA QUEDA TÃO FORTE ( NAS EXPORTAÇÕES DE PETRÓLEO E DERIVADOS). EM  JANEIRO AUMENTOU, MAS EM FEVEREIRO CAIU. O GOVERNO ELEVOU A PARTICIPAÇÃO DE ETANOL NA GASOLINA, PARA AUMENTAR O CONSUMO DO ÁLCOOL E REDUZIR O DE GASOLINA ( DIMINUINDO, ASSIM, AS IMPORTAÇÕES DO DERIVADO DE PETRÓLEO) MAS NÃO ADIANTOU.

sábado, 1 de março de 2014

COMÉRCIO EXTERIOR

OLÁ COLEGAS,

FALAMOS FALAR SOBRE OS RESULTADOS DO COMÉRCIO INTERNACIONAL NO BRASIL SOBRE OS EXPORTADORES E IMPORTADORES.

A REGIÃO SUL OBTEVE O MAIOR CRESCIMENTO NAS EXPORTAÇÕES EM 2013!

O TOTAL DAS EXPORTAÇÕES SOMARAM US$ 51,021 BILHÕES, RESULTADO DE 18,19% SUPERIOR AO ANO DE 2012.

A SEGUNDA MAIOR ELEVAÇÃO NAS VENDAS EXTERNAS FOI NO CENTRO-OESTE BRASILEIRO SALTANDO PARA 28,377 BILHÕES REPRESENTANDO 11,72% DO TOTAL BRASIL, SEGUIDO PELA REGIÃO NORTE 7,89% DE AUMENTO, ENQUANTO A REGIÃO NORDESTE REGISTROU QUEDA EM 8,01% NAS VENDAS EXTERNAS E O SUDESTE LIDEROU AS QUEDAS EM 8,68% RESULTANDO SUA PARTICIPAÇÃO DE 55,04% PARA 50,35%.

EM VALORES ABSOLUTOS, OS MAIORES EXPORTADORES FORAM: SUDESTE US$ 121,936 BILHÕES, SUL US$ 52,021 BILHÕES, CENTRO-OESTE US$ 28,377 BILHÔES, NORTE US$ 19,088 BILHÕES E NORDESTE US$ 17,270 BILHÕES, TOTALIZANDO US$ 242,3 CONTRA US$ 242,6 EM 2012.

AS IMPORTAÇÕES DE US$ 239,6 BILHÕES UM AUMENTO DE 6,5% EM RELAÇÃO À 2012.